Michelle Bolsonaro deseja que Flávio Bolsonaro, seu enteado, perca a eleição presidencial de 2026 para fortalecer seu próprio projeto político para 2030.
O sociólogo Rudá Ricci afirmou que essa estratégia visa reorganizar o bolsonarismo após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro e as disputas internas pela liderança da direita.
As alianças de Michelle com líderes políticos indicam que há um projeto coletivo visando as eleições de 2030.
A investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse se intensifica e gera tensões no bolsonarismo.
Aliados de Flávio Bolsonaro expressam preocupações sobre a proximidade de André Mendonça com Michelle Bolsonaro, enquanto a defesa busca concentrar o caso sob sua relatoria.
O caso não é apenas uma questão jurídica, mas também acirra disputas pela liderança dentro do grupo político a poucos meses da corrida presidencial.
Deputado Ricardo Salles critica a escolha de André do Prado ao Senado como um apoio vergonhoso ao 'filhote' de Valdemar Costa Neto.
Salles destaca a contradição do apoio, já que Eduardo Bolsonaro sempre se posicionou contra o centrão, rotulando-o como corrupto e fisiológico.
O deputado menciona que pré-candidatos ligados a Jair Bolsonaro foram ignorados neste processo e classifica a situação como um 'pragmatismo vergonhoso'.
O embate nas redes sociais entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira revela um racha no PL, com trocas de acusações sobre lealdade e estratégia.
Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro também se envolveram indiretamente, com Flávio tentando pacificar a situação e pedir união para a candidatura.
Os desentendimentos refletem disputas internas do bolsonarismo, evidenciando uma luta por protagonismo e alinhamento político próximo das eleições de 2026.