Meteorito encontrado em Hillsborough, Nova Jersey, possui estado de preservação excepcional, mantendo moléculas primitivas e minerais alterados pela água.
Estudo revela que pequenos corpos do Sistema Solar tinham atividade química, contrariamente à crença de que eram totalmente secos.
O meteorito fornece informações valiosas sobre a evolução dos primeiros asteroides e a química que pode ter dado origem à vida.
Astrônomos estão detectando moléculas no espaço que sugerem a possibilidade de vida extraterrestre, mas a confirmação dessas descobertas pode levar anos.
Mais de 350 moléculas foram identificadas em menos de 100 anos, muitas delas são precursoras de biomoléculas.
A cautela é fundamental, pois as detecções podem estar sujeitas a erros e muitas vezes os sinais encontrados podem ter origens não biológicas.
Um rover da NASA, o Curiosity, detectou uma nova mistura de moléculas orgânicas em Marte, potencialmente ligadas à origem da vida.
O estudo, publicado na revista 'Nature Communications', revela que tais moléculas podem ter sido preservadas por 3,5 bilhões de anos, mesmo em um ambiente hostil.
Apesar de não provar a existência de vida no planeta, a descoberta abre novas possibilidades para a astrobiologia e a busca por sinais de vida antiga em Marte.
O cometa 3I/ATLAS, descoberto em julho de 2025, chamou a atenção por sua trajetória hiperbólica, originando-se fora do Sistema Solar.
Características únicas, como a predominância de dióxido de carbono em sua coma e alterações químicas durante sua passagem próxima ao Sol, sugerem novas teorias sobre a formação cometária.
A detecção de compostos orgânicos pré-biológicos levanta questões sobre a presença de ingredientes para a vida em outros sistemas estelares.