Um detectorista encontrou uma espada de bronze de 2.700 anos em pé na floresta da Polônia, o que sugere uma deposição intencional durante a Idade do Bronze.
A posição vertical da espada levanta questões sobre rituais ou simbolismos antigos, pois não há indícios de que tenha sido perdida ou deslocada.
Após a descoberta, arqueólogos preservaram o local e iniciaram o processo de investigação para entender melhor o contexto e significado do achado.
Descoberta recente revela DNA humano de 2 mil anos em cavernas da Espanha e Portugal, indicando que superfícies rochosas podem preservar vestígios antigos.
Estudo publicado na revista Nature amplia conhecimentos sobre a conservação de material biológico em ambientes arqueológicos, com amostras de DNA encontradas até em áreas sem pintura.
Resultados podem revolucionar a arqueologia, sugerindo que cavernas são arquivos biológicos e ajudam a entender a interação de grupos humanos antigos com esses locais.
Uma nova pesquisa sugere que os Homo floresiensis, conhecidos como 'hobbits', podem ter sido necrófagos e não caçadores, como se pensava anteriormente.
Fósseis e artefatos encontrados na caverna de Liang Bua indicam que os hobbits se alimentavam de restos de grandes animais, sem usar fogo para cozinhar.
O estudo propõe que essa espécie teve um caminho evolutivo distinto, possivelmente mais relacionado a formas primitivas do que ao Homo erectus.
Um rolo de papiro carbonizado da erupção do Vesúvio foi decifrado usando inteligência artificial, revelando textos filosóficos antigos.
O Vesuvius Challenge, uma iniciativa de pesquisa, permitiu desembrulhar virtualmente o rolo PHerc. 1667, que contém discussões sobre ética e filosofia estoica.
Este avanço marca a primeira vez que um rolo foi totalmente desembrulhado, proporcionando acesso a debates sobre comportamento humano e conceitos estoicos, como 'horme' e 'phronesis'.
Pesquisadores realizam a primeira leitura completa de um pergaminho fechado de Herculano, utilizando inteligência artificial e técnicas avançadas de imagem.
O pergaminho faz parte de um artigo queimado durante a erupção do Monte Vesúvio há quase 2.000 anos, representando um avanço significativo na decifração de manuscritos antigos.
O projeto Vesuvius Challenge oferece prêmios para quem conseguir ler integralmente outros pergaminhos, incentivando a pesquisa nessa área.
Bebês neandertais, como o esqueleto de Amud 7, cresciam mais rápido do que bebês humanos, alcançando tamanho de criança de 12 a 14 meses aos seis meses de idade.
A análise detalhada revelou que eles tinham um volume craniano maior e membros mais longos do que os Homo sapiens, sugerindo uma adaptação ao clima frio em que viviam.
A pesquisa indica que o ritmo acelerado de crescimento poderia ter se equilibrado com o tempo, convergindo aos sete anos entre neandertais e humanos modernos.
Cientistas australianos identificam interações entre arqueias de Asgard e bactérias em estromatólitos que podem explicar a origem da vida complexa na Terra.
A descoberta foi realizada em Gathaagudu, onde os pesquisadores celebraram a cultura aborígine ao nomear uma nova arqueia na língua Malgana.
A pesquisa utilizou técnicas avançadas para observar as interações celulares e sugere uma antiga parceria que pode ter levado à formação dos primeiros eucariotos.