• Mais de 4.400 cérebros humanos foram recuperados em sítios arqueológicos, desafiando a ideia de que o cérebro se decompõe rapidamente após a morte.
  • Um estudo da Universidade de Oxford revelou que a preservação dos cérebros em sepultamentos com baixo oxigênio e alta umidade é facilitada por reações químicas específicas.
  • As características moleculares que promovem a conservação do cérebro se assemelham a processos observados em doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.