Adolescentes estão utilizando assistentes de inteligência artificial como namorados virtuais, através de plataformas como Character.AI e Botify AI.
O uso desses companheiros de IA levanta preocupações sobre vínculos emocionais e dependência, levando a discussões sobre a aplicação do ECA Digital no Brasil.
Especialistas alertam para os riscos associados à antropomorfização e ao impacto emocional desses chatbots em jovens.
Uma declaração de Amanda Askell, da Anthropic, sobre a ansiedade potencial do assistente Claude reacende debates sobre o uso de linguagem antropomórfica em IA.
O estudo revela um espaço interno chamado 'J-Space', que ajuda a entender como Claude organiza informações sem afirmar que ele é consciente.
A escolha de termos psicológicos e biológicos polariza opiniões, pois pode facilitar a compreensão, mas também corre o risco de atribuir características humanas a um sistema puramente estatístico.