A América do Sul está passando por uma reconfiguração política, com crescente polarização ideológica e força da direita em países como Argentina, Chile, Colômbia e Peru.
A Argentina, após o governo kirchnerista, elegeu Javier Milei, que implementou um rigoroso ajuste fiscal, enquanto o Chile agora tem José Antonio Kast focado em segurança e reformas econômicas.
O Brasil, em contraste, se torna uma ‘ilha de esquerda’ em meio a essa onda conservadora, o que gera tensões diplomáticas e estratégicas na região.
A direita avança na América do Sul com a eleição de Keiko Fujimori no Peru e Abelardo de la Espriella na Colômbia, controlando agora 7 países no continente.
Apesar do avanço, os governos de esquerda ainda administram os países responsáveis por 54,6% do PIB da região, somando um total de US$ 2,4 bilhões.
O Brasil, com um PIB de US$ 2,28 trilhões, mantém um papel central na economia sul-americana, e uma vitória da direita nas próximas eleições pode alterar drasticamente o cenário econômico do continente.
O movimento católico ultraconservador Fraternidade Sacerdotal São Pio X está crescendo no Brasil, realizando missas em latim e desafiando as reformas do Vaticano desde os anos 1960.
As missas atraem fiéis que preferem a liturgia tradicional, com padres celebrando de costas e utilizando vestes sóbrias.
O grupo planeja nomear novos bispos, mas enfrenta a ameaça de excomunhão do Vaticano por agir sem consentimento papal.
Um novo dinossauro do tamanho de uma galinha foi descoberto na Patagônia, mudando as percepções sobre os alvarezsaurus.
O Alnashetri cerropoliciensis é o espécime mais completo e pequeno já encontrado na América do Sul, medindo cerca de 70 centímetros.
A pesquisa revela que esses dinossauros podem ter sido pequenos não necessariamente devido à especialização em dietas insetívoras, como se pensava anteriormente.
A captura de Nicolás Maduro pelas forças dos EUA levou Lula a convocar uma reunião de emergência com a cúpula das Forças Armadas para discutir os riscos de uma ação militar estrangeira no Brasil.
Durante o encontro, Lula foi informado da vulnerabilidade do Brasil em relação à defesa aérea e pediu um plano de investimentos militares a longo prazo, totalizando R$ 800 bilhões.
O governo Lula busca equilibrar o fortalecimento das Forças Armadas com a manutenção de relações diplomáticas estratégicas com a administração Trump, com um encontro previsto entre os líderes.