Um terremoto devastador atingiu a Venezuela em 24 de julho, sendo o maior abalo sísmico no país em mais de um século, com epicentro em La Guaira.
Cerca de 60 equipes de resgate de 28 países estão mobilizadas na busca por sobreviventes, utilizando recursos como cães farejadores e sensores.
A missão humanitária brasileira instalou um hospital de campanha em La Guaira e enfrenta desafios com o aumento de atendimentos, enquanto a população critica a resposta do governo à crise.
Esta quarta-feira marca uma semana desde o duplo terremoto devastador que atingiu a Venezuela, resultando em mais de 2.295 mortos e 11.267 feridos.
A condição crítica dos sobreviventes é alarmante, com 1,8 milhão de pessoas necessitando de ajuda humanitária e muitos enfrentando a falta de abrigo, água e eletricidade.
As operações de busca continuam, mas os especialistas alertam que a janela para encontrar mais sobreviventes está se fechando rapidamente, aumentando a angústia das famílias afetadas.
Um novo terremoto de magnitude 4,9 atingiu a costa da Venezuela, dias após dois tremores devastadores que resultaram em quase mil mortes.
Equipes de resgate estão trabalhando contra o tempo para encontrar sobreviventes, mas as operações estão sendo dificultadas por réplicas constantes e falta de maquinário pesado.
O governo anunciou a militarização da área mais afetada e a criação de um centro de armazenamento de suprimentos essenciais em Caracas.
Terremotos na Venezuela resultaram em pelo menos 188 mortes e 1.520 feridos, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
Mais de 200 pessoas estão presas sob escombros, enquanto outras 157 continuam desaparecidas; oito hospitais foram afetados e evacuados.
A ONU e países aliados estão mobilizando assistência de emergência após os dois poderosos tremores de 7,2 e 7,5 de magnitude que destruíram áreas próximas a Caracas.
O Itamaraty alertou brasileiros na Bolívia sobre bloqueios de estradas e escassez de alimentos e combustível devido a protestos no país.
As autoridades brasileiras desaconselham viagens para os departamentos de La Paz, Oruro e Potosí, enfatizando a necessidade de precauções para quem já está na região.
O presidente Lula autorizou o envio de ajuda humanitária para a Bolívia, em resposta aos pedidos do governo boliviano para mitigar a crise causada pelos protestos.
Thiago Ávila, ativista brasileiro, chegou ao Brasil após ser deportado por Israel, onde estava preso desde 29 de abril.
Durante sua detenção, ele relatou ter sofrido ameaças, tortura e isolamento extremo, conforme informado por familiares.
A prisão ocorreu durante uma missão humanitária da flotilha Global Sumud, que levava ajuda à população palestina, e foi condenada por organizações de direitos humanos e pelos governos do Brasil e Espanha.