Lorena Maria e sua mãe, Mônica Vieira, estão em conflito após Mônica desmentir publicamente alegações de abuso feitas por Lorena.
Mônica chamou Lorena de mentirosa e argumentou que sempre foi uma boa mãe, enquanto Lorena enviou uma notificação extrajudicial exigindo a exclusão do comentário.
O documento alega danos à honra e imagem de Lorena, podendo resultar em ação judicial caso a mãe não cumpra as exigências.
Adolescente de 13 anos é encontrada morta com sinais de violência sexual em São João de Meriti, Rio de Janeiro.
A jovem, identificada como Myrella Freire Venceslau, foi encontrada ferida nos fundos de sua casa e não resistiu aos ferimentos após ser levada ao hospital.
A polícia investiga a morte e busca identificar o responsável pelo crime, enquanto familiares relataram que um tio teria entrado na casa momentos antes da tragédia.
O tenente-coronel Geraldo Neto estabeleceu um conjunto de 'regras de casados' que sua esposa, Gisele Alves Santana, deveria seguir, incluindo proibições sobre sua aparência e monitoramento de sua vida profissional.
Gisele, que foi assassinada, tentava se desligar do relacionamento e pediu o divórcio em mensagens trocadas com Geraldo, que se opôs veementemente.
O tenente-coronel foi preso por feminicídio, após um relatório da Polícia Civil revelar seu controle coercitivo e abusos emocionais contra a esposa.
A morte de Gisele Alves Santana foi classificada como feminicídio após uma série de inconsistências no depoimento do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e nas evidências do caso.
Laudo da Polícia Científica indicou que Gisele foi baleada pelas costas e apresentava marcas de luta, sugerindo que ela tentou se defender antes do disparo fatal.
O tenente-coronel, preso preventivamente, é investigado por forjar a cena do crime e tem um histórico de relacionamento abusivo com a vítima.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso sob acusação de feminicídio após a morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana.
Mensagens reveladas pelo Ministério Público mostram que ele exigia sexo em troca do pagamento de contas da casa, evidenciando um relacionamento abusivo.
O oficial teria manipulado a cena do crime para simular um suicídio e tentado influenciar testemunhas durante a investigação.