O grupo liderado por Victor Henrique de Oliveira Shimada, sancionado pelos EUA por ligação com o PCC, utilizou o sistema Zelle para lavar dinheiro de procedência ilícita, segundo investigações da Polícia Federal brasileira.
O Zelle, uma plataforma de transferências digitais privada, foi empregado em transações internacionais envolvendo criptoativos e remessas, destacando uma movimentação de mais de US$ 10 mil a um banco americano.
As sanções do Departamento do Tesouro dos EUA incluem dois brasileiros e três empresas brasileiras, prohibindo cidadãos e empresas dos EUA de realizarem negócios com os sancionados, enquanto a defesa de Shimada nega suas ligações com atividades criminosas.
Eduardo Bolsonaro sugere que o sistema Zelle dos EUA poderia ser usado como argumento em negociações sobre o Pix com o governo Trump.
A declaração gerou críticas nas redes sociais, sendo acusado de submeter o Brasil aos interesses dos EUA e de comparar sistemas diferentes.
Políticos, como Gleisi Hoffmann e Simone Tebet, respondem ressaltando a importância do Pix como um sistema público e fundamental para a soberania brasileira.