O STF decidiu por unanimidade que as medidas protetivas da Lei Maria da Penha se estendem a casos de violência de gênero fora do contexto doméstico.
Mulheres vítimas de violência em ambientes profissionais, sociais ou políticos agora poderão contar com a proteção da lei.
A ministra Cármen Lúcia destacou que, após 20 anos da Lei Maria da Penha, ainda enfrenta desafios e retrocessos no combate à violência contra a mulher.
O STF decidiu por unanimidade ampliar a aplicação das medidas protetivas de urgência da Lei Maria da Penha para casos de violência de gênero contra mulheres, abrangendo situações fora do ambiente doméstico.
A decisão foi tomada após o TJ-MG negar proteção a uma mulher em Minas Gerais, afirmando que não havia relação íntima com o agressor, o que foi contestado pelo MP-MG.
Além de reconhecer a violência de gênero em diversos contextos, o STF também incluiu a proposta de proteção contra violência política de gênero, orientando que situações urgentes devem ser analisadas prontamente por qualquer juízo.
A senadora paraguaia Celeste Amarilla reage a um comentário de Mbappé, que a chamou de 'mulher desprezível' após um ataque racista feito por ela.
Amarilla lançou uma carta aberta exigindo retratação e acusando o jogador de violência de gênero, ameaçando tomar medidas legais caso não se desculpe.
No texto, a senadora defendeu sua posição e criticou a postura de Mbappé, expressando que seus comentários foram feitos em um momento de emoção após a derrota do Paraguai na Copa do Mundo.
A atriz Carol Costa estreia no monólogo 'Valsa nº 6', de Nelson Rodrigues, que aborda a história de Sônia, uma jovem vítima de feminicídio.
A nova montagem, dirigida por Jorge Farjalla, é classificada como um manifesto contra a violência de gênero, destacando temas como abuso infantil e a falta de mudanças sociais.
A encenação apresenta uma proposta intimista com poucos assentos, criando uma conexão mais próxima entre o público e a ação, utilizando elementos modernos na trilha sonora e nas intervenções.
O Senado aprovou por unanimidade um projeto que equipara a misoginia ao racismo, enviando-o à Câmara para mais debates.
Deputados de esquerda veem a proposta como um avanço na proteção das mulheres, enquanto a oposição critica a severidade das punições e o possível uso político da lei.
A relatora do projeto, senadora Soraya Thronicke, destaca que a misoginia é a raiz da violência contra a mulher, propondo penas de 2 a 5 anos de reclusão para o crime.