A Uefa decidiu boicotar as futuras Copas do Mundo, tanto masculinas quanto femininas, em resposta ao plano da Fifa de introduzir capital privado nas competições.
A votação foi unânime entre as 55 associações nacionais da Uefa, destacando a oposição à proposta do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
O boicote afetará importantes seleções europeias e poderá excluir times como a atual campeã mundial, Espanha, da Copa do Mundo de 2030 e da Copa do Mundo Feminina no Brasil.
A Uefa convocou reunião de emergência para discutir o plano de Gianni Infantino de vender participação na Copa do Mundo a investidores que incluem parentes de Donald Trump.
A proposta enfrenta resistência de diversas entidades e clubes, que criticam a falta de diálogo e levantam preocupações sobre governança e transparência.
Embora Infantino considere que a abertura ao capital privado trará investimentos ao futebol, críticos temem a perda de autonomia da FIFA.
Países europeus ameaçam boicotar a Copa do Mundo de 2030 se a Fifa seguir com o plano de criar uma empresa para gerenciar os direitos comerciais das competições.
A Uefa criticou essa proposta, afirmando que ela compromete a governança e a essência do futebol.
Uma reunião virtual será realizada para discutir a situação antes da confirmação do programa pela Fifa.
Argentina e Espanha se enfrentarão na final da Copa do Mundo, após cancelamento da Finalíssima que ocorreria em março devido a desentendimentos entre a Uefa e a AFA.
Propostas para realizar o jogo em Madri ou em duas partidas foram rejeitadas pela Argentina, que desejava jogar apenas em 31 de março.
O torneio foi cancelado e agora o tão aguardado confronto acontece em um palco maior: a final da Copa do Mundo.
Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, foi punido com até seis jogos de suspensão pela Uefa por insultos homofóbicos dirigidos a Vini Jr. durante um jogo da Liga dos Campeões.
A decisão estabelece que três jogos serão cumpridos efetivamente, enquanto os outros três estão com pena suspensa por dois anos em caso de repetição da infração.
O clube Benfica se manifestou em apoio a Prestianni, afirmando que ele não teve a intenção de proferir insultos racistas e lamentando a campanha de difamação contra o jogador.