A Uefa desiste do boicote a torneios da Fifa após garantias de que o plano de vender participações comerciais da Copa do Mundo não será retomado.
A decisão foi anunciada após uma reunião com dirigentes das 55 federações nacionais da Uefa, com a expectativa de evitar impactos nas seleções europeias.
A Uefa também intensificou a pressão para a saída do presidente da Fifa, Gianni Infantino, considerando ações legais relacionadas ao plano Fifa Forward Enterprises.
A Uefa está prestes a abandonar a ameaça de boicote às competições da Fifa após garantias sobre o plano de Infantino.
Se confirmada a decisão, seleções europeias estarão liberadas para participar da próxima Copa do Mundo Feminina Sub-20 e outros torneios.
A crise entre Uefa e Fifa surgiu após a proposta de privatização dos direitos da Copa do Mundo, levando a Uefa a exigir garantias formais para evitar novos conflitos.
A Uefa decidiu boicotar as futuras Copas do Mundo, tanto masculinas quanto femininas, em resposta ao plano da Fifa de introduzir capital privado nas competições.
A votação foi unânime entre as 55 associações nacionais da Uefa, destacando a oposição à proposta do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
O boicote afetará importantes seleções europeias e poderá excluir times como a atual campeã mundial, Espanha, da Copa do Mundo de 2030 e da Copa do Mundo Feminina no Brasil.
A Uefa convocou reunião de emergência para discutir o plano de Gianni Infantino de vender participação na Copa do Mundo a investidores que incluem parentes de Donald Trump.
A proposta enfrenta resistência de diversas entidades e clubes, que criticam a falta de diálogo e levantam preocupações sobre governança e transparência.
Embora Infantino considere que a abertura ao capital privado trará investimentos ao futebol, críticos temem a perda de autonomia da FIFA.