A imagem viralizada não representa a forma real da Terra, mas sim um modelo geoide que mostra variações do campo gravitacional.
Publicada pela NASA, a visualização exagera ondulações para torná-las visíveis, amplificando diferenças em um fator de 10.000.
O geoide é usado para cálculos mais precisos de profundidade e na análise da gravidade, refletindo variações mínimas causadas pela distribuição desigual de massa na Terra.
A crosta terrestre, a camada mais externa do planeta, está em constante movimento, e pesquisadores registraram pela primeira vez a expansão do fundo do oceano.
A expansão de mais de 1 metro no fundo do Oceano Índico foi observada através de equipamentos sofisticados, um evento raramente detectado anteriormente.
Os dados foram coletados por cientistas da Universidade de Brest, na França, e publicadas na revista Nature, destacando a importância desse fenômeno para o entendimento das dinâmicas da Terra.
Nesta segunda-feira (6), a Terra atinge o afélio, o ponto mais distante do Sol em sua órbita, às 2h06 da manhã (horário de Brasília).
A distância entre a Terra e o Sol varia cerca de 3% ao longo do ano, mas isso não influencia as estações do ano, que são determinadas pela inclinação do eixo de rotação da Terra.
Ao atingir o afélio, o Sol aparece menor no céu e a radiação recebida pela Terra é reduzida; o periélio, quando a Terra estará mais próxima do Sol, ocorrerá em 2 de janeiro de 2027.