Marios, um personal trainer em Londres, passa até 14 horas por dia no celular e reconhece o vício como uma dependência semelhante a drogas.
Ele está fazendo terapia para tentar controlar sua compulsão, que acredita ser alimentada pela solidão e pela necessidade de validação nas redes sociais.
Especialistas alertam que o vício em smartphones já está sendo tratado em centros de reabilitação, com um crescente número de pessoas procurando ajuda devido ao impacto negativo na vida cotidiana.
Richarlison revelou à France Football que entrou em depressão após a Copa do Mundo de 2022, enfrentando diversos desafios pessoais e profissionais.
Durante o período difícil, ele chegou a considerar atos de autolesão, mas encontrou apoio na terapia e na esposa, que foram fundamentais para sua recuperação.
O atacante também compartilhou suas experiências na infância em Nova Venécia, enfrentando tentações e dificuldades que o ajudaram a moldar sua trajetória.