Telescópio Euclid revela uma imagem impressionante do bojo galáctico da Via Láctea, mostrando mais de 60 milhões de estrelas.
A captura foi realizada em 26 horas de observação e combina nove imagens, superando a capacidade de telescópios terrestres que levariam cerca de 2000 horas para capturar a mesma cena.
A imagem servirá como base para a confirmação e estudo de exoplanetas na galáxia, utilizando uma técnica chamada microlente gravitacional.
O Telescópio Espacial James Webb confirmou a existência de uma nova classe de planetas gigantes, os 'JuMBO', que são significativamente maiores que planetas conhecidos.
A descoberta desafia as teorias atuais sobre a formação planetária, sugerindo que as condições para a formação de planetas tão massivos podem ser mais diversas do que se imaginava.
Os pesquisadores irão continuar a estudar os JuMBO para entender sua composição e formação, ampliando nosso conhecimento sobre a diversidade planetária no universo.
O cometa interestelar 3I/ATLAS apresenta mudanças significativas em sua composição à medida que se aproxima do Sol, de acordo com observações recentes do Telescópio Subaru.
Inicialmente, o cometa tinha uma alta proporção de dióxido de carbono (CO2), mas essa proporção caiu após o periélio, revelando uma possível heterogeneidade interna.
Pesquisadores ainda investigam a origem dessas mudanças, que poderiam dificultar o estudo da composição de objetos de outros sistemas estelares.
Telescópios Webb e Hubble da NASA capturam imagens inéditas de Saturno, revelando características atmosféricas e luas do planeta.
As imagens mostram como Saturno se apresenta de forma diferente em luz infravermelha e visível, com detalhes inéditos da sua atmosfera dinâmica.
Essa colaboração entre telescópios permite a pesquisa das camadas atmosféricas de Saturno, fornecendo uma nova perspectiva sobre seu comportamento climático.