Astrônomos identificaram nuvens de sal na atmosfera do 'Planeta Rosa', GJ 504 b, a 57 anos-luz da Terra.
A descoberta, publicada no The Astronomical Journal, apresenta evidências diretas da existência de nuvens salgadas em um corpo celeste tão frio.
O telescópio James Webb analisou a composição atmosférica, revelando vapor d'água, metano e outras moléculas, ampliando a compreensão sobre atmosferas de exoplanetas.
O telescópio James Webb identificou um planeta a 700 anos-luz chamado WASP-94A b, com manhãs nubladas de areia e noites de céu limpo.
A diferença de temperatura entre os hemisférios do planeta chega a impressionantes 170 graus Celsius, influenciando a formação e evaporação das nuvens.
Essa descoberta permite entender melhor os climas de outros exoplanetas e como a dinâmica atmosférica pode variar drasticamente entre seus lados.
Astrônomos de um grupo internacional revelaram o mapa mais detalhado da 'teia cósmica', a estrutura fundamental que compõe o Universo.
Utilizando o supertelescópio espacial James Webb, o levantamento catalogou 164 mil galáxias e se estendeu até um período em que o Universo tinha apenas 1 bilhão de anos.
O estudo, publicado no periódico 'The Astrophysical Journal', destaca como a nova tecnologia permite enxergar detalhes que antes eram invisíveis em estudos anteriores.
Astrônomos, utilizando o telescópio James Webb, revelaram a superfície de um novo exoplaneta chamado Kua'kua, apresentando características semelhantes a Mercúrio.
O exoplaneta é rochoso e possui temperaturas extremas, com um lado constantemente exposto à sua estrela e o outro em uma sombra perpétua, tornando-o inabitável.
A falta de uma atmosfera detectável e a composição da superfície indicam que Kua'kua é um mundo estéril e hostil, sem chances de suportar vida.
Astrônomos revelam que misteriosos 'pontos vermelhos' vistos pelo Telescópio James Webb podem ser estrelas supermassivas do início do Universo.
Inicialmente pensados como buracos negros, esses objetos pequenos e compactos não mostram as características esperadas para galáxias típicas.
A descoberta, publicada em fevereiro na revista The Astrophysical Journal, sugere que esses pontos poderiam representar algumas das primeiras estrelas do Universo.