A NASA permite que o público adote simbolicamente um pixel das primeiras imagens do telescópio espacial Nancy Grace Roman.
Participantes receberão um certificado digital com seus nomes e números associados a um pixel quando as imagens forem divulgadas nos próximos meses.
O telescópio tem o potencial de investigar a energia escura, buscar exoplanetas e estudar fenômenos em luz infravermelha, além de captar uma área do céu 100 vezes maior que o Hubble.
O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman foi lançado pela NASA e promete mapear 50 vezes mais o céu do que o Hubble em seu tempo de operação.
Com um campo de visão 100 vezes maior que o do Hubble, o Roman buscará investigar enigmas como energia escura e exoplanetas, cobrindo mais de dois bilhões de galáxias.
Em operação por cinco anos, espera-se que o telescópio transmita aproximadamente 1 terabyte de dados por dia, com suas primeiras imagens previstas para janeiro.
A NASA lançou o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman neste domingo (30) para investigar mistérios do Universo, como a energia e matéria escuras.
O telescópio, que partirá do Centro Espacial Kennedy a bordo de um foguete Falcon Heavy, terá uma missão inicial de cinco anos e busca mapear galáxias e estudar buracos negros.
O Roman, com capacidade de transmitir 1 terabyte de dados diariamente, deverá chegar à sua posição final em três meses, na qual irá investigar fenômenos nunca observados antes.
A NASA está prestes a lançar o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, um novo satélite-espião que promete revolucionar a exploração do universo.
O telescópio, que utiliza um espelho originalmente desenvolvido para monitoramento terrestre, terá um campo de visão 140 vezes maior que o Hubble, permitindo uma cobertura extraordinária do céu.
Com um custo estimado de US$ 4,3 bilhões e uma vida útil projetada de pelo menos 10 anos, o Roman pode superar a produtividade do Hubble em suas operações.
O Telescópio Espacial James Webb da Nasa revelou que Netuno pode ter passado por uma catástrofe quando um objeto do tamanho de Plutão colidiu com suas luas.
Esse evento destruiu praticamente todas as luas originais de Netuno, e as atuais formaram-se posteriormente a partir dos destroços.
O estudo sugere que Tritão, a maior lua de Netuno, teve um papel crucial, desestabilizando as órbitas das antigas luas e originando as atuais.
Uma equipe de astrônomos da Universidade do Texas, liderada por Vasily Kokorev, identificou que o GLIMPSE-17775 é um buraco negro envolto em gás.
A pesquisa, publicada pela NASA, utiliza o espectro mais profundo já obtido deste pequeno ponto vermelho, analisado pelo Telescópio Espacial James Webb.
As evidências sugerem que pequenos pontos vermelhos no universo podem ser explicados por modelos de estrelas com buracos negros, representando um avanço na compreensão desse fenômeno.