Cientistas dos EUA, Suíça e Canadá registraram pela primeira vez a ruptura da placa tectônica Explorer no fundo do mar do oceano Pacífico, próximo à ilha de Vancouver.
A pesquisa, publicada na revista Science Advances, utilizou dados sísmicos de alta resolução para revelar detalhes sobre a fragmentação da placa.
A conclusão do processo de ruptura poderá reduzir a zona de subducção de Cascadia em cerca de 75 quilômetros.
Placas tectônicas antigas continuam a influenciar o interior da Terra, mesmo após milhões de anos de afundamento.
Um estudo revelou que essas estruturas permanecem ativas a 3 mil quilômetros de profundidade, deformando o manto inferior e contribuindo para a atividade geológica do planeta.
Os cientistas buscam entender a anisotropia sísmica dessas placas, o que pode melhorar modelos geológicos e a compreensão de fenômenos como terremotos e atividade vulcânica.
A Etiópia está no centro de um processo de separação de placas tectônicas que pode formar um novo oceano, um fenômeno que ocorre de forma extremamente lenta.
A equipe de pesquisadores, liderada por Emma Watts, estuda a região de Afar, que abriga uma pluma tectônica com características dinâmicas e interativas.
Apesar do risco associado, a pesquisa está revelando novas descobertas sobre a evolução humana e o ambiente geológico do local.