Uma confusão envolvendo Ed Motta em um restaurante no Rio de Janeiro levantou questões sobre a legalidade da cobrança de taxa de rolha.
Apesar de a taxa ser prevista no Código de Defesa do Consumidor, ela não possui um valor fixo e cada estabelecimento pode definir o quanto cobrar, desde que esteja claro no cardápio.
A taxa abrange serviços como disponibilização de taças, refrigeração da bebida e assistência dos garçons, gerando debates sobre sua justificativa entre consumidores e restaurantes.
A taxa de rolha gerou polêmica durante um jantar de Ed Motta em um restaurante do Rio de Janeiro, onde ele se negou a pagar a cobrança por levar seu próprio vinho.
A sommelière Gabriela Monteleone defende a taxa como uma compensação pelo serviço e estrutura envolvida no atendimento, não apenas pela abertura da garrafa.
A profissional alerta que a transparência sobre a cobrança é crucial para evitar conflitos entre clientes e restaurantes.