Catalina Giraldo, psicóloga colombiana de 30 anos, morreu após solicitar eutanásia após lutar contra graves transtornos psiquiátricos por mais de uma década.
Apesar de sua condição, sua solicitação de suicídio assistido foi negada devido à falta de regulamentação na Colômbia, levando-a a uma batalha judicial para garantir seu direito à morte digna.
Giraldo faleceu em 9 de julho de 2026, ao lado de familiares, após optar pela eutanásia, simbolizando a luta por direitos no tratamento de doenças psíquicas.