O rover Curiosity da NASA registrou formações geométricas em Marte, semelhantes a favos de colmeia, em uma área maior do que qualquer outra já observada pela missão.
As imagens, capturadas entre 19 e 20 de junho, mostram estruturas de 4 a 8 centímetros cobrindo as laterais de uma elevação de 6 metros, levando cientistas a especularem sobre sua origem.
A descoberta é significativa pois indica que Marte já pode ter tido condições propícias para abrigar vida, apoiada por achados anteriores de enxofre e moléculas de carbono.
Cientistas detectaram, pela primeira vez, a molécula de açúcar eritrulose no espaço, especificamente em uma nuvem de gás e poeira no centro da Via Láctea.
O estudo foi publicado na revista 'Nature Astronomy' e sugere que ingredientes essenciais para a vida podem ser mais comuns no universo do que se pensava.
A eritrulose pode ter se formado antes do Sol e ter chegado à Terra primitiva após colisões de cometas e asteroides.
Astrônomos descobriram uma fina atmosfera ao redor do objeto transnetuniano (612533) 2002 XV 93, desafiando a crença de que esses corpos celestes não conseguem reter atmosferas.
A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores liderada pelo Dr. Ko Arimatsu durante uma rara oportunidade de observação no Japão.
Essa nova informação pode revolucionar o entendimento sobre a formação e manutenção de atmosferas em pequenos corpos no Cinturão de Kuiper.
Astrônomos descobriram uma fina atmosfera ao redor do objeto transnetuniano (612533) 2002 XV93, localizado no cinturão de Kuiper, desafiando a ideia de que apenas planetas maiores podem reter atmosferas.
A atmosfera é entre 5 a 10 milhões de vezes mais fina que a da Terra, com pressão atmosférica estimada entre 100 e 200 nanobares.
A descoberta foi feita a partir de observações realizadas em três locais diferentes no Japão, utilizando um evento de ocultação estelar.
A Nasa encontrou sete compostos orgânicos em Marte, sendo cinco nunca observados antes.
As descobertas foram feitas pelo rover Curiosity e publicadas na revista Nature Communications, levantando questões sobre a habitabilidade do planeta vermelho.
Cientistas acreditam que os compostos podem ter se preservado por 3,5 bilhões de anos, sugerindo que Marte teve condições favoráveis para a vida em seu passado.