Catalina Giraldo, psicóloga colombiana de 30 anos, morreu após solicitar eutanásia após lutar contra graves transtornos psiquiátricos por mais de uma década.
Apesar de sua condição, sua solicitação de suicídio assistido foi negada devido à falta de regulamentação na Colômbia, levando-a a uma batalha judicial para garantir seu direito à morte digna.
Giraldo faleceu em 9 de julho de 2026, ao lado de familiares, após optar pela eutanásia, simbolizando a luta por direitos no tratamento de doenças psíquicas.
Noelia Castillo, jovem espanhola de 25 anos, optou pela eutanásia em Barcelona após enfrentar sofrimento físico e psicológico irreversível.
Apesar da oposição familiar, sua luta judicial garantiu o direito ao procedimento, argumentando que sua condição era incurável e insuportável.
A decisão reflete o debate sobre eutanásia legalizada na Espanha, onde desde 2021 é permitido tanto para pacientes terminais quanto para aqueles com condições permanentes.
Noelia Castillo, jovem espanhola, lutou por eutanásia após sofrer episódios de violência sexual e complicações emocionais e físicas conseqüentes.
Em sua última entrevista, Noelia detalhou o sofrimento constante e a solidão que enfrentava, justificando sua decisão de encerrar a própria vida.
O caso reabre o debate sobre eutanásia e o impacto de traumas na saúde mental, após uma longa batalha judicial que reconheceu seu quadro irreversível e sofrimento incapacitante.