Representantes do setor produtivo expressam preocupação com possíveis repercussões das falas de Flávio Bolsonaro na Casa Branca, especialmente em relação ao tarifamento dos produtos brasileiros.
O discurso do senador foi considerado político e eleitoreiro, sem trazer soluções concretas para os setores mais afetados pela investigação comercial.
Há um consenso de que a participação de Flávio na audiência não foi bem recebida e pode ter um impacto negativo na sua candidatura.
Audiência pública inicia hoje com representantes do setor produtivo brasileiro e do governo dos EUA para discutir novas tarifas de 25% sobre produtos do Brasil.
As tarifas são resultado de investigação do USTR, que alega favorecimento ao Pix, entre outras questões.
Participantes têm a oportunidade de defender suas posições em 14 painéis, com foco nos impactos das tarifas na cadeia produtiva.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ser 'radicalmente contra' a compensação para o setor produtivo em caso de redução da jornada de trabalho.
Durante audiência na Câmara, ele defendeu que a titularidade da hora de trabalho não pertence ao empregador e não deve haver indenização por mudanças na escala de trabalho.
O debate sobre a redução da jornada envolve duas PECs e um projeto de lei do governo, mas o setor produtivo expressa preocupações sobre custos e impactos na competitividade.