O Irã declarou que considerará como inimigos os países que participarem das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos.
Mohsen Rezai, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, advertiu que se esses países não se distanciarão das ações dos EUA, o Irã pode atacar seus interesses.
A declaração ocorre após um reforço nas sanções dos EUA contra o Irã, que têm como objetivo aumentar a pressão sobre a república islâmica.
Os EUA designaram facções brasileiras como terroristas, equiparando-as a cartéis mexicanos e colombianos, intensificando pressões sobre os governos da região.
Especulações sobre operações da CIA no México e invasão militar na Venezuela têm aumentado tensões, com denúncias de envolvimento de funcionários governamentais locais com o narcotráfico.
A designação trouxe sanções econômicas e rigoroso monitoramento financeiro, mas ainda não houve uma queda significativa na criminalidade ou enfraquecimento das organizações criminosas.
O Banco Central de Cuba anunciou a suspensão das transações com cartões Visa e Mastercard a partir de 6 de junho.
A medida foi atribuída às sanções dos Estados Unidos, amplificadas pela Ordem Executiva nº 14404, direcionada a empresas que mantêm relações comerciais com o regime cubano.
Como resultado, Cuba não poderá mais receber receitas de vendas internacionais via esses cartões, impactando seu comércio exterior.