Ronaldo Caiado, candidato presidencial do PSD, intensificará a retórica do voto útil para posicionar-se como mais competitivo contra Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Apesar de estar em quarto lugar nas pesquisas, aliados de Caiado fazem paralelos com viradas históricas de eleições no Brasil, mesmo que o atual cenário seja distinto.
Caiado buscará atrair votos de Flávio, enquanto este mantém uma posição estável com apoio significativo, dificultando a ascensão do candidato goiano.
Ronaldo Caiado, político goiano de 76 anos, tenta pela segunda vez a presidência do Brasil, após 37 anos de sua primeira candidatura em 1989.
Para se tornar candidato, trocou de partido e venceu a disputa com outros dois governadores, sendo agora filiado ao PSD.
Com uma carreira política que inclui mandatos como deputado, senador e governador de Goiás, suas principais bandeiras incluem segurança pública e propostas sociais.
Eduardo Bolsonaro rebateu críticas do ex-governador Ronaldo Caiado sobre seu green card, mencionando a necessidade de apoiar a indústria e o agro brasileiro.
Caiado afirmou que a residência permanente nos EUA deveria beneficiar o produtor rural, e não Eduardo.
O embate entre os dois acirra as divisões na direita brasileira, dificultando possíveis alianças para o segundo turno das eleições presidenciais.
Ronaldo Caiado ironiza Flávio Bolsonaro por ler uma carta de apoio de Jair Bolsonaro, afirmando que 'liderança não se herda'.
Caiado destaca que um candidato à presidência deve mostrar capacidade de agir sozinho e não depender de outra liderança.
A manifestação acontece em meio a uma crise familiar entre Flávio e Michelle Bolsonaro, enquanto Lindbergh Farias pede a revogação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.