O Irã, representado por Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou estar pronto para uma 'defesa total' caso os EUA rompam o memorando de entendimento firmado no mês passado.
O acordo previa a reabertura do Estreito de Ormuz, alívio de sanções e cessação de hostilidades entre Irã e EUA, além de discussões sobre o programa nuclear.
Ghalibaf reforçou a falta de confiança nos EUA, indicando que o Irã não se renderá nesse conflito, mesmo com a busca por um cessar-fogo.
A autoridade do governo dos EUA apresenta um acordo em negociação com o Irã, que atenderia aos objetivos de Donald Trump.
O acordo inclui a reabertura do Estreito de Ormuz, desmantelamento do programa nuclear e alívio econômico para o Irã, caso o país cumpra as obrigações estabelecidas.
As recompensas econômicas serão concedidas apenas após o cumprimento das condições acordadas, focando na paz e estabilidade regional.
O vice-comandante das Forças Armadas do Irã, Mohammad Jafar Asadi, afirmou que a retomada do confronto militar com os EUA é provável devido à falta de compromisso americano com o cessar-fogo.
O impasse gira em torno do programa nuclear iraniano, com os EUA expressando insatisfação com a nova proposta de paz enviada por Teerã.
Trump mencionou que a escolha dos EUA é entre fechar um acordo ou retomar a ofensiva militar, enfatizando que o país não está satisfeito com a proposta iraniana.