O leão-das-cavernas, extinto há 14.000 anos, era um felino gigante que habitava regiões frias e caçava grandes presas.
A pesquisa genômica revela que essa espécie tinha uma linhagem evolutiva distinta do leão moderno, com variações genéticas adaptadas a seus habitats.
O leão-das-cavernas desempenhou um papel ecológico crucial, sendo um predador de topo, antes de ser extinto devido a mudanças climáticas e pressão da caça humana.
Geneticistas da Universidade da Pensilvânia revelam que os cruzamentos entre humanos e neandertais ocorriam principalmente entre machos neandertais e fêmeas humanas.
A pesquisa, publicada na revista Science, sugere que a herança neandertal está distribuída de forma desigual no genoma humano moderno devido a essa dinâmica de acasalamento.
A análise aponta que o cromossomo X humano quase não possui DNA neandertal, levantando questões sobre as preferências e dinâmicas sociais dos encontros entre as duas espécies.