A neurocientista Hannah Critchlow, em seu livro 'O Cérebro do Século 21', explora habilidades necessárias para o cérebro florescer na era da inteligência artificial.
Ela enfatiza a importância da flexibilidade mental, empatia e atividade física para que possamos enfrentar desafios modernos.
A autora compartilha que pequenas mudanças como caminhadas na natureza e uma alimentação saudável podem estimular a criatividade e o bem-estar cerebral.
O brasileiro Kauê Costa, biológio e neurocientista, foi incluído na lista da Scientific American de 28 jovens cientistas em ascensão.
Costa é professor associado da Universidade de Birmingham, nos EUA, e recebeu destaque por sua pesquisa sobre os mecanismos da dopamina no cérebro.
Desde a infância em Belém, ele buscou a ciência, passando de estudos sobre fauna amazônica para o foco em neurociência e publicando 14 artigos em revistas renomadas.
A pesquisa da University of Sheffield revela que as moscas não 'desligam' a visão durante voos rápidos, ajustando dinamicamente sua sensibilidade visual.
O estudo identifica um novo mecanismo, chamado 'salto sináptico de alta frequência', que permite às moscas processar informações visuais rapidamente mesmo em movimento.
As descobertas podem inspirar o desenvolvimento de tecnologias de IA e robótica mais eficientes, focando na seleção de dados relevantes em momentos críticos.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 94 anos, foi interditado judicialmente devido ao agravamento de seu quadro de Alzheimer em estágio avançado.
A fase avançada da doença é caracterizada pela perda severa de memória, desorientação e dependência total para atividades diárias.
Cuidados especializados e acompanhamento multiprofissional são essenciais para gerenciar a condição, enfatizando a importância de alimentação adequada e segurança no ambiente familiar.
Cada vez mais pessoas utilizam a inteligência artificial para conversas que antes eram feitas com amigos ou profissionais.
Um levantamento apontou que 51% das interações com chatbots envolvem temas relacionados à saúde mental, com adolescentes substituindo o contato humano por conversas com IA.
A neurocientista Anaclaudia Zani alerta sobre os riscos da validação constante que a IA oferece, que pode levar a conflitos com a realidade e o ambiente social.
Pesquisadores da Universidade de Stanford decodificam sinais neurais de pacientes paralisados para traduzir pensamentos em texto em tempo real.
A tecnologia utilizada combina inteligência artificial e eletrodos implantados no cérebro, permitindo a comunicação de pessoas que não conseguem falar devido a doenças como ELA.
Estudos futuros visam decifrar não apenas palavras, mas também elementos não verbais da fala, potencialmente revolucionando a comunicação humana.