A Polícia Federal deflagrou a Operação Arena, investigando lavagem de dinheiro e sonegação fiscal em jogos de azar e apostas esportivas.
Nelson Wilians, advogado alvo da operação, teve sua residência em São Paulo vistoriada e seus bens bloqueados até R$ 1,1 bilhão.
A investigação apura transações suspeitas ligadas à plataforma PixBet e revela um histórico de investigações anteriores envolvendo Wilians, incluindo fraudes fiscais significativas.
A Polícia Federal realiza buscas contra o advogado Nelson Wilians em São Paulo, parte da Operação Arena, que investiga lavagem de dinheiro de apostas esportivas.
A operação envolve 17 mandados em cinco estados e busca sequestro de até R$ 1,1 bilhão, com suspeitas de ocultação de bens e lavagem de dinheiro.
Wilians já foi alvo de outra operação anteriormente e agora é investigado por sua suposta atuação como operador financeiro em um esquema relacionado a jogos de azar.
A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na mansão do advogado Nelson Wilians em São Paulo, em uma nova fase da Operação Arena.
Nelson Wilians é um dos 17 alvos da operação, que investiga um esquema de exploração de jogos de azar e apostas esportivas online, envolvendo as empresas PixBet e PixStar.
A investigação apura crimes de evasão de dívidas e lavagem de dinheiro, associando o advogado a um grupo que mascarava a origem de recursos ilícitos.
O advogado Nelson Wilians, com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram, é alvo de uma operação contra fraude de ICMS, acusado de sonegar R$ 3,8 bilhões.
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA/SP) investiga seu escritório por suposta venda de créditos falsos para reduzir impostos, o que levou a 38 mandados de busca e apreensão.
No passado, Wilians já havia sido investigado pela Polícia Federal por fraudes no INSS, onde foram apreendidos bens de luxo como esculturas eróticas e carros de alto valor.