A Polícia Civil de Mato Grosso investiga uma família de missionários, incluindo Rhavenna Barcelos de Almeida, por suposto envolvimento com o crime organizado, especialmente com o Comando Vermelho.
A família usava seu acesso a presídios para transmitir recados e movimentar dinheiro para criminosos, além de manter relacionamentos com líderes da facção.
O Ministério Público denunciou os três membros por lavagem de dinheiro e organização criminosa, e a Justiça proibiu sua participação em atividades religiosas nas penitenciárias.