O ministro Luiz Edson Fachin suspendeu o julgamento sobre as irregularidades do ministro André Mendonça no caso Master, agendado para 23 de setembro.
A decisão segue um despacho que relaciona a Petição 16.704, sobre abusos de Mendonça, a outras questões de ordem em discussão, incluindo a investigação de Alexandre de Moraes.
Fachin poderá marcar uma nova data para o julgamento após definir os parâmetros aplicáveis aos casos, enquanto a crise interna no STF persiste devido ao envolvimento de políticos e fraudes financeiras bilionárias.
O ministro André Mendonça respondeu às críticas de Gilmar Mendes, que o acusou de transformar o STF em um 'palanque'.
Mendonça ressaltou que a legislação proíbe manifestações de magistrados sobre processos em andamento e defendeu a criação de um código de conduta para o Supremo.
Ele destacou que a crítica à sua decisão de levantar o sigilo de um relatório da Polícia Federal é curiosa, considerando que Gilmar sempre defendeu publicidade irrestrita em investigações.
O julgamento que decidirá sobre a investigação do ministro Alexandre de Moraes do STF enfrenta uma série de questões processuais, podendo complicar a análise do caso marcado para o dia 15.
Advogadas afirmam que a proliferação de petições no STF reflete uma disputa interna e uma politização da Corte, dificultando o controle institucional.
A sessão de 15 de setembro será crucial para decidir a validade de provas e ações envolvendo Moraes, com a possibilidade de uma eventual investigação contra ele.
Ministros do STF se preparam para enfrentar pedidos de vista em sessão marcada para discutir a investigação de Alexandre de Moraes.
Há possibilidade de André Mendonça solicitar afastamento cautelar de Moraes, que é alvo de uma investigação sobre seu relacionamento com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Presença de ex-ministros e parlamentares na sessão indica interesse e pressão para uma apuração rigorosa dos fatos discutidos.