A nova versão da assistente virtual Alexa+, lançada no Brasil, apresenta melhorias significativas na fluidez das interações, mas ainda erra ao pronunciar nomes próprios, como 'Henrique'.
Apesar de suas falhas, a Alexa+ se destaca por suas capacidades de conversação e a nova função de corrigir pronúncias enquanto toca músicas, além de ter uma memória de conversas que precisa de ajustes.
A ausência de versão em português para navegadores e a falta de integração com dispositivos mais antigos são desvantagens que precisam ser superadas pela Amazon para uma experiência completa.
A Amazon lançou a Alexa+ no Brasil, agora com inteligência artificial generativa, semelhante à do ChatGPT.
A nova versão permite interações mais naturais, memorização de preferências e a capacidade de realizar tarefas complexas, como controlar dispositivos conectados.
A assinatura custa R$ 99,90 por mês, mas os usuários do Amazon Prime terão acesso sem custo adicional.
A Apple se prepara para a WWDC 2026, que ocorrerá no dia 8 de junho, onde apresentará novidades em software e a nova Siri com inteligência artificial.
A nova Siri promete ser uma assistente mais robusta, capaz de entender melhor as necessidades dos usuários e realizar tarefas simultâneas, alimentada pela tecnologia do Google Gemini.
Espera-se também o lançamento do iOS 27 e atualizações para outros sistemas operacionais Apple, mas mudanças visuais não devem ser tão radicais quanto nas versões anteriores.
A Amazon está planejando o lançamento de um novo smartphone, conhecido como Transformer, mais de 10 anos após o fracasso do Fire Phone.
O novo dispositivo terá integração com a assistente Alexa e se focará em facilitar compras na Amazon.
A mobilidade do Transformer incluirá recursos de inteligência artificial, potencializando a experiência do usuário sem depender de lojas de aplicativos tradicionais.