O MPDFT investiga Virginia Fonseca por possível participação em captação de apostadores durante a Copa do Mundo, em estratégia ligada à plataforma Blaze.
A influenciadora teria incentivado apostas com promessas de ganhos fáceis e uma linguagem emocional, sem deixar claro o caráter publicitário.
O MP busca a condenação de Virginia e da Blaze em R$ 120 milhões por danos morais coletivos, alegando práticas que prejudicam os consumidores.
O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do caso do cão Orelha, após análise minuciosa de quase dois mil arquivos digitais.
A investigação apontou descompasso temporal nas câmeras de vigilância, invalidando a teoria de que Orelha e o adolescente responsável estavam juntos na praia durante a agressão.
Os laudos periciais indicam que a morte do cão foi resultado de eutanásia devido a infecção grave, não por maus-tratos, e foram identificadas notícias falsas que afetaram a investigação.