O rover Curiosity da NASA registrou formações geométricas em Marte, semelhantes a favos de colmeia, em uma área maior do que qualquer outra já observada pela missão.
As imagens, capturadas entre 19 e 20 de junho, mostram estruturas de 4 a 8 centímetros cobrindo as laterais de uma elevação de 6 metros, levando cientistas a especularem sobre sua origem.
A descoberta é significativa pois indica que Marte já pode ter tido condições propícias para abrigar vida, apoiada por achados anteriores de enxofre e moléculas de carbono.
O rover Perseverance da NASA está explorando Marte há mais de cinco anos, buscando sinais de vida antiga e coletando amostras de rochas.
O explorador já percorreu 41,99 km, se aproximando da distância oficial de uma maratona, com previsão de superar essa marca em junho de 2026.
Cientistas esperam que as investigações em Marte ajudem a entender a origem da vida, já que o planeta foi um ambiente propício para a existência de água líquida.
A sonda Psyche da Nasa se aproxima de Marte para um encontro gravitacional programado que a ajudará em sua jornada rumo ao asteroide Psyche, um dos maiores asteroides metálicos do Sistema Solar.
Lançada em outubro de 2023, a sonda percorrerá 3,5 bilhões de quilômetros e deve chegar ao seu destino em agosto de 2029, onde irá estudar sua composição e propriedades.
Psyche é considerada pelo tamanho de uma van pequena e seu estudo visa avançar nosso entendimento sobre a formação de planetas rochosos e suas origens metálicas.
Novas imagens de Marte, divulgadas pela ESA e a NASA, revelam um aumento significativo de cinzas vulcânicas no planeta nos últimos 50 anos.
A comparação com fotos de 1976, tiradas pelos orbitadores Viking, mostra uma expansão considerável dessas manchas escuras que agora se misturam com areias claras.
Cientistas estão investigando se a mudança foi causada pelo vento que espalhou as cinzas ou pela remoção da camada leve de poeira que as cobria, destacando a rapidez da transformação.