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Empresários se mobilizam por afastamento de ministros do STF em manifesto

  • Um grupo de 157 empresários e economistas lançou um manifesto pedindo o afastamento cautelar de ministros do STF envolvidos em investigações.
  • O documento sugere a adoção de um código de conduta vinculante para as Cortes superiores, visando a transparência e ética no Judiciário.
  • Entre os signatários estão nomes famosos como Armínio Fraga, Gustavo Franco e Luciano Huck, refletindo um descontentamento com a crise política atual.

Empresários se mobilizam e pedem integridade das instituições diante da crise do STF

  • O STF descarta a possibilidade de ignorar a crise atual no sistema judiciário brasileiro, que se intensificou após revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
  • Empresários e economistas assinam um manifesto pedindo a integridade das instituições e a apuração de fatos relacionados ao STF, com 157 assinaturas de personalidades de diversas áreas.
  • O documento solicita ações rápidas e transparentes para restaurar a confiança nas autoridades judiciárias e expressa a necessidade de um código de conduta para tribunais superiores.

PT propõe novo projeto de soberania e critica o neoliberalismo em manifesto

  • O PT lança manifesto que critica o neoliberalismo e aponta a necessidade de um novo projeto de soberania para o Brasil.
  • O documento sugere reformas estruturais e a reeleição do presidente Lula como essenciais para a reconstrução nacional e o combate à extrema-direita.
  • Propostas incluem defesa de direitos sociais, universalização de serviços e fortalecimento do papel do Estado na economia.

CNI e entidades alertam sobre os riscos da redução da jornada de trabalho

  • A CNI, junto com mais de 400 entidades, lançou um manifesto contra a redução da jornada de trabalho e a extinção da escala 6x1.
  • O documento destaca que mudanças propostas podem impactar severamente a economia, causando um incremento de até R$ 267 bilhões anuais em custos com empregados.
  • A redução da jornada pode também resultar em queda do PIB em até 11,3%, enquanto aumenta o desemprego e a informalidade.