Senadores Zequinha Marinho e Cleitinho retiram suas assinaturas de uma proposta de emenda à Constituição sobre a jornada de trabalho.
A proposta, que visa acabar com a escala 6 x 1, enfrenta críticas por enfraquecer direitos trabalhistas.
Cleitinho justifica sua decisão alegando apoiar diretamente o fim da escala, enquanto Romário expressou preocupações sobre a interpretação da proposta.
A agenda política desta semana é impactada pelo feriado e se concentra na proposta de mudança da jornada de trabalho no Brasil, com foco na redução de 44 para 40 ou 36 horas semanais.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, se reuniu com o ministro José Guimarães para alinhar a tramitação da proposta, que enfrenta divergências entre a Câmara e o governo.
No STF, a Segunda Turma julgará a legalidade da prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, além de debater a constitucionalidade da proibição dos jogos de azar no Brasil.
A CNI, junto com mais de 400 entidades, lançou um manifesto contra a redução da jornada de trabalho e a extinção da escala 6x1.
O documento destaca que mudanças propostas podem impactar severamente a economia, causando um incremento de até R$ 267 bilhões anuais em custos com empregados.
A redução da jornada pode também resultar em queda do PIB em até 11,3%, enquanto aumenta o desemprego e a informalidade.