Donald Trump suspendeu um novo ataque ao Irã, condicionado a um acordo rápido para interromper o programa nuclear e reabrir o Estreito de Ormuz.
Segundo Trump, Israel se juntou a ele na decisão, enquanto o Irã advertiu sobre possíveis consequências caso os EUA avancem com ameaças.
O chanceler iraniano afirmou que o Irã responderá decisivamente a qualquer ataque dos EUA ou de Israel e que os negociadores americanos ainda podem chegar a um acordo.
O Hamas confirmou acordo com o Conselho de Paz para desarmamento, condicionado ao envio de uma Força Internacional em Gaza e ao cumprimento dos acordos por Israel.
Israel deve cessar ataques, interromper assassinatos seletivos e permitir ajuda humanitária, como parte do acordo de cessar-fogo.
O presidente Trump declarou que isso é um passo crucial para a nova administração palestina e que o processo deve ser supervisionado por países como Egito, Catar e Turquia.
O Hamas anunciou a dissolução de seu governo na Faixa de Gaza, transferindo a administração para um comitê tecnocrata palestino, conforme estipulado em acordo de cessar-fogo.
A medida é vista como uma pressão sobre Israel, especialmente em meio a estagnação nas negociações mediadas pelos EUA.
Apesar da dissolução, o Hamas mantém controle firme em Gaza, e especialistas acreditam que a medida chega atrasada para influenciar a situação no terreno.
Flávio Bolsonaro afirma que, caso eleito, transformará o Brasil em um vetor de paz entre Israel e países amigos da América do Sul.
Ele promete transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e reestabelecer a representação diplomática, criticando a atual política externa do governo Lula.
O senador também propõe adesão aos 'Acordos de Isaac' e afirma que o combate ao terrorismo e antissemitismo será fundamental em sua política externa.
O acordo de cessar-fogo entre EUA e Irã coloca Netanyahu em um dilema político e de segurança, minando sua imagem e carreira.
A crítica de Trump ao premiê israelense sobre um ataque ao Líbano intensifica a pressão interna e externa sobre suas decisões.
A necessidade de Netanyahu de manter a segurança de Israel é desafiada por exigências de desistir de ataques ao Hezbollah, criando um cenário tenso à véspera das eleições.