Casos de hantavírus geram preocupação no Brasil, onde a doença tem alta taxa de letalidade de 46,5%.
Apesar do recente surto em um cruzeiro, a cepa andina não circula no país, que já registrou 2.429 casos e 997 mortes desde 1993.
A infecção ocorre principalmente em áreas rurais, afetando predominantemente homens entre 20 e 39 anos, e o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência.
Um cruzeiro na costa da África enfrenta um surto de hantavírus, resultando na morte de três passageiros.
Sete pessoas apresentaram sintomas e estão atualmente isoladas a bordo do navio, que partiu de Ushuaia, na Argentina.
A Organização Mundial da Saúde investiga a transmissão do vírus, que geralmente ocorre através de roedores, mas não descarta a possibilidade de transmissão entre humanos.
Um dos passageiros de um cruzeiro na Argentina testou positivo para hantavírus e está entre as três vítimas fatais.
A Organização Mundial da Saúde confirmou outros cinco casos suspeitos e está investigando a situação a bordo do navio MV Hondius.
A transmissão do hantavírus ocorre principalmente através do contato com roedores infectados, mas casos raros de transmissão entre humanos foram relatados.