Astrônomos descobriram a galáxia C26, que está perdendo gás essencial para a formação de estrelas, 1,4 bilhão de anos após o Big Bang.
A galáxia, que possui uma cauda semelhante a um cometa, está localizada no aglomerado SPT2349-56 e os cientistas acreditam que ela pode estar em transição para se tornar uma galáxia “morta”.
O estudo sugere que a galáxia não está se fundindo com outra, mas sim sendo afetada por um fenômeno chamado 'ram-pressure stripping', o que está diminuindo sua capacidade de formar novas estrelas.
Astrônomos descobriram que a Via Láctea passou por uma colisão cósmica significativa com outra galáxia há bilhões de anos, afetando sua estrutura interna.
Novas interações com galáxias vizinhas, como a Grande Nuvem de Magalhães, estão provocando transformações contínuas em sua dinâmica.
O estudo analisa 20 estrelas antigas que podem ser remanescentes de uma galáxia anã absorvida, evidenciando a história evolutiva da Via Láctea.
Astrônomos de um grupo internacional revelaram o mapa mais detalhado da 'teia cósmica', a estrutura fundamental que compõe o Universo.
Utilizando o supertelescópio espacial James Webb, o levantamento catalogou 164 mil galáxias e se estendeu até um período em que o Universo tinha apenas 1 bilhão de anos.
O estudo, publicado no periódico 'The Astrophysical Journal', destaca como a nova tecnologia permite enxergar detalhes que antes eram invisíveis em estudos anteriores.
Simulação computacional COLIBRE cria imagens do nascimento das primeiras galáxias, avançando bilhões de anos na evolução cósmica.
O projeto, liderado por universidades de Durham, Leiden e Portsmouth, utiliza o supercomputador COSMA8 e inclui componentes como gás frio e poeira, essenciais para a formação estelar.
Apesar de sua realismo, o modelo não captura fenômenos observados pelo Telescópio Espacial James Webb, como os 'pequenos pontos vermelhos', que podem ser buracos negros supermassivos.