A NASA descobriu uma nova classe de objetos cósmicos que emitem raios-X de baixa energia e radiação ultravioleta intensa, utilizando dados do Observatório de Raios-X Chandra.
Os pesquisadores identificaram 84 dessas 'fontes de raios-X hipersuaves' em seis galáxias diferentes, sugerindo que podem ajudar a resolver mistérios na astrofísica.
A detecção dessas fontes pode esclarecer dois enigmas: a origem das supernovas Tipo Ia e a remoção de elétrons do gás entre as estrelas, influenciando ciclos de vida galácticos.
Astrônomos descobriram uma galáxia chamada J0148-4214 com três buracos negros supermassivos ativos, registrada pelo Telescópio Espacial James Webb.
Essa é a primeira evidência de uma galáxia jovem com um trio de buracos negros, localizada a mais de 12,5 bilhões de anos-luz da Terra, aproximadamente um bilhão de anos após o Big Bang.
Dois buracos negros estão tão próximos que podem se fundir, enquanto uma pesquisa investiga como buracos negros supermassivos crescem desde o início do Universo.
Astrônomos descobriram um fluxo estelar em uma galáxia distante, o primeiro de um aglomerado globular fora da Via Láctea, usando dados do Telescópio Espacial Hubble.
Essa descoberta, localizada a 115 milhões de anos-luz da Terra, pode ajudar a entender a formação e a evolução das galáxias, além de mapear a matéria escura.
A equipe espera que futuros telescópios ampliem a detecção de tais fenômenos no universo, oferecendo mais informações sobre a composição galáctica e os mistérios da matéria escura.
Astrônomos descobriram a primeira corrente estelar fora da Via Láctea na galáxia ultradifusa UGC9050-Dw1.
Essa descoberta permite a aplicação de técnicas de estudo da matéria escura anteriormente restritas à nossa galáxia.
A pesquisa abre novas possibilidades para investigar a distribuição de matéria escura em diversas galáxias e poderá ser ampliada com novos observatórios.
Astrônomos descobriram a galáxia C26, que está perdendo gás essencial para a formação de estrelas, 1,4 bilhão de anos após o Big Bang.
A galáxia, que possui uma cauda semelhante a um cometa, está localizada no aglomerado SPT2349-56 e os cientistas acreditam que ela pode estar em transição para se tornar uma galáxia “morta”.
O estudo sugere que a galáxia não está se fundindo com outra, mas sim sendo afetada por um fenômeno chamado 'ram-pressure stripping', o que está diminuindo sua capacidade de formar novas estrelas.
Astrônomos descobriram que a Via Láctea passou por uma colisão cósmica significativa com outra galáxia há bilhões de anos, afetando sua estrutura interna.
Novas interações com galáxias vizinhas, como a Grande Nuvem de Magalhães, estão provocando transformações contínuas em sua dinâmica.
O estudo analisa 20 estrelas antigas que podem ser remanescentes de uma galáxia anã absorvida, evidenciando a história evolutiva da Via Láctea.
Astrônomos de um grupo internacional revelaram o mapa mais detalhado da 'teia cósmica', a estrutura fundamental que compõe o Universo.
Utilizando o supertelescópio espacial James Webb, o levantamento catalogou 164 mil galáxias e se estendeu até um período em que o Universo tinha apenas 1 bilhão de anos.
O estudo, publicado no periódico 'The Astrophysical Journal', destaca como a nova tecnologia permite enxergar detalhes que antes eram invisíveis em estudos anteriores.