A Via Láctea engoliu uma galáxia anã chamada Low-energy-Kraken-Heracles há cerca de 11,8 bilhões de anos, marcando sua fusão galáctica mais antiga conhecida.
A pesquisa, conduzida por cientistas usando os telescópios Hubble e Gaia, encontrou evidências de que a fusão impulsionou a formação estelar na galáxia.
O estudo pode ajudar a responder a questões sobre a origem do nosso sistema solar e a identidade da Via Láctea em seu crescimento ao longo do tempo.
O Telescópio Espacial Hubble revelou que uma galáxia anã, chamada LKH, colidiu e se fundiu com a Via Láctea há 11,8 bilhões de anos.
Esta descoberta retrocede em 1,8 bilhões de anos o entendimento sobre grandes fusões que moldaram a Via Láctea.
Pesquisadores utilizam aglomerados globulares para investigar a história da galáxia, mostrando que a fusão com LKH foi fundamental para a evolução da Via Láctea.
Cientistas estudam supernova superluminosa a cerca de um bilhão de anos-luz da Terra, que pode revelar o mistério de sua extrema luminosidade.
A explosão deixou um magnetar, um remanescente estelar que intensifica a luz ao capturar partículas carregadas durante sua rotação rápida.
A pesquisa mostra que a supernova oscila em brilho devido à interação gravitacional do magnetar, mudando a transferência de energia para a supernova em expansão.