O advogado Nelson Wilians, com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram, é alvo de uma operação contra fraude de ICMS, acusado de sonegar R$ 3,8 bilhões.
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA/SP) investiga seu escritório por suposta venda de créditos falsos para reduzir impostos, o que levou a 38 mandados de busca e apreensão.
No passado, Wilians já havia sido investigado pela Polícia Federal por fraudes no INSS, onde foram apreendidos bens de luxo como esculturas eróticas e carros de alto valor.
Fernanda Montenegro denuncia o uso não autorizado de sua imagem e voz em uma propaganda de medicamento que promete curas milagrosas para idosos.
A atriz classificou a prática como um crime e relatou a descoberta da fraude ao acessar seu celular.
Casos semelhantes envolvendo outras celebridades já foram registrados, com o uso de tecnologias de inteligência artificial para manipulação de imagens e vozes.
Caroline Soares Barros, conhecida como 'mulher da mala', é investigada por desvio de R$ 86 milhões no Instituto Rio Metrópole.
Flagrada com R$ 500 mil, ela é acusada de retirar grandes quantias em dinheiro vivo, dificultando o rastreamento dos recursos públicos.
A investigação aponta que Caroline e outros dirigentes do IRM fraudaram licitações e lavaram dinheiro por meio de uma entidade sem estrutura operacional.
Davi Perini Vermelho, presidente do Instituto Rio Metrópole (IRM), foi preso pelo desvio de R$ 86 milhões em operação do Ministério Público do Rio de Janeiro.
A operação inclui 11 denunciados por crimes de organização criminosa, corrupção passiva e fraude em licitação, com seis prisões realizadas até o momento.
O esquema envolvia contratos fraudulentos e uma entidade de fachada, convertendo dinheiro público em lucro privado.
O FBI está conduzindo uma investigação sobre a movimentação financeira da AFA durante a Copa do Mundo de 2026, focando em possíveis crimes como lavagem de dinheiro e fraude.
Promotores federais analisam transações de centenas de milhões de dólares em bancos americanos, ligadas à empresa TourProdEnter LLC, que gerencia contratos internacionais da AFA.
A investigação, que começou em 2025, ainda está em fase preliminar e não houve acusação formal até o momento.
A Polícia Federal lançou a Operação Disclosure para investigar irregularidades financeiras nas Americanas, com um rombo de R$ 20 bilhões.
Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão em RJ e SP, com o pedido de bloqueio de R$ 54 bilhões, atacando figuras como Beto Sicupira e Jorge Paulo Lemann.
As investigações, que se desdobram de uma CPI, indicam fraudes contábeis e possíveis crimes de manipulação de mercado e associação criminosa.
A Polícia Federal investiga o Banco Digimais por superavaliação de ativos, atrasos em pagamentos e esquema para enganar investidores e reguladores.
Especialistas destacam que a emissão de CDBs com taxas acima de 110% do CDI indica práticas financeiras arriscadas, semelhantes ao extinto Banco Master.
A corretora ID é apontada como crucial no esquema, ajudando a inflar o valor dos ativos do Banco Digimais e possibilitando a emissão excessiva de títulos.
A PGR rejeitou a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, por falta de provas robustas e compromissos em reaver valores relacionados a fraudes.
O procurador-geral, Paulo Gonet, seguiu a avaliação da Polícia Federal, que também havia rejeitado a delação anterior, considerando que Vorcaro apresentava apenas relatos de “ouvir dizer”.
O rombo ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é superior a R$ 50 bilhões, e a PGR decidiu que a transferência de Vorcaro para um presídio comum depende do relator do inquérito no STF.