O número de telefone vinculado ao ministro Alexandre de Moraes é o mesmo que estava nas conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, segundo relatório da Polícia Federal.
A CPMI do INSS já havia identificado a linha como vinculada ao STF, mas não conseguiu determinar qual autoridade a utilizava na época.
Novos esclarecimentos estão sendo solicitados ao STF, especialmente após as investigações que mostram o número relacionado a contas digitais ligadas a Moraes e sua família.
O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou ter financiado todos os voos do deputado federal Nikolas Ferreira em um jato particular.
Essas informações foram confirmadas pela Polícia Federal e surgiram durante a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master.
Nikolas nega ter recebido dinheiro de Vorcaro e descreve as conversas como irrelevantes, embora tenha mencionado uma abordagem para ajuda em um negócio.
Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, negou ter pago propina a ex-diretores do Banco Central em depoimento à Polícia Federal.
Ele afirmou que não houve “ato de corrupção” nas transações realizadas, esclarecendo sua disposição para responder aos questionamentos da PF.
As investigações estão ligadas à operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master e resultou em várias prisões de executivos da instituição.
Um dos principais suspeitos de um esquema de falsos investimentos que fez uma aposentada de 70 anos perder R$ 37 milhões foi preso no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
A mulher transferiu seu patrimônio para uma plataforma fraudulenta ao longo de seis meses, ignorando avisos de seu corretor sobre a fraude.
A Polícia Civil deflagrou a Operação Criptoabate, que resultou em múltiplas prisões e identificou 140 possíveis vítimas da fraude no Brasil.
O advogado Nelson Wilians, com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram, é alvo de uma operação contra fraude de ICMS, acusado de sonegar R$ 3,8 bilhões.
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA/SP) investiga seu escritório por suposta venda de créditos falsos para reduzir impostos, o que levou a 38 mandados de busca e apreensão.
No passado, Wilians já havia sido investigado pela Polícia Federal por fraudes no INSS, onde foram apreendidos bens de luxo como esculturas eróticas e carros de alto valor.