A direita avança na América do Sul com a eleição de Keiko Fujimori no Peru e Abelardo de la Espriella na Colômbia, controlando agora 7 países no continente.
Apesar do avanço, os governos de esquerda ainda administram os países responsáveis por 54,6% do PIB da região, somando um total de US$ 2,4 bilhões.
O Brasil, com um PIB de US$ 2,28 trilhões, mantém um papel central na economia sul-americana, e uma vitória da direita nas próximas eleições pode alterar drasticamente o cenário econômico do continente.
A eleição na Colômbia, marcada para este domingo, é crucial para a esquerda e pode ser vista como um plebiscito sobre o governo de Gustavo Petro.
Iván Cepeda, senador e defensor dos direitos humanos, é o candidato da continuidade, enquanto Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia representam a ultradireita e a direita tradicional, respectivamente.
Existe o risco de a esquerda repetir a experiência do Chile, onde um candidato progressista venceu no primeiro turno, mas perdeu no segundo, o que poderá impactar severamente o futuro da política progressista no país.