Um incidente envolvendo material radioativo ocorreu no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) em São Paulo, envolvendo dois trabalhadores.
O material em questão é o tecnécio-99, utilizado em exames médicos, e o incidente foi relatado à Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
Apesar da contaminação, exames mostraram que não houve contaminação interna nos trabalhadores e as contagens de radiação foram baixas.
O Brasil está empenhado na construção de seu primeiro submarino nuclear, um projeto que se arrasta há 47 anos e já consumiu R$ 40 bilhões.
O almirante Alexandre Rabello destaca a importância de garantir orçamento e evitar paralisações, com uma previsão de finalização do projeto para 2037.
O Brasil precisa negociar inspeções com a Agência Internacional de Energia Atômica para garantir a conformidade com o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, mas resiste a revelar detalhes sensíveis do submarino.
O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam, não esclareceu a razão do país ter 409 kg de urânio enriquecido a 60%, suficiente para uso militar.
Nekounam declarou que o programa nuclear do Irã não possui fins militares e ressaltou que o acordo nuclear foi rompido por Donald Trump em 2018.
Ele enfatizou que o Irã busca sua independência, reprovando as imposições dos EUA e afirmou que os ataques de Israel e dos EUA ao Irã têm um custo elevado por essa busca.