Cientistas descobriram o Praearcturus gigas, o maior escorpião já encontrado, com mais de um metro de comprimento, que viveu há 415 milhões de anos.
Este predador de elite dominava ambientes terrestres e aquáticos, possuindo garras de 16 centímetros e uma natureza semiaquática.
A identificação como escorpião foi confirmada por tomografia computadorizada, revelando que sua extinção pode ter ocorrido mais de 40 milhões de anos após sua existência.
Polvos gigantes, medindo até 19 metros, eram os principais predadores do oceano há 100 milhões de anos.
Um estudo publicado na revista Science revela que fósseis bem preservados mostram que esses polvos tinham mandíbulas poderosas para triturar presas duras.
A pesquisa sugere que os ecossistemas marinhos do Cretáceo eram mais complexos do que se pensava, com polvos no topo da cadeia alimentar, além de tubarões e répteis marinhos.