A família da policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta em fevereiro, pediu a demissão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu por feminicídio.
O advogado da família argumentou que a Polícia Militar pode punir administrativamente antes do julgamento, solicitando a instauração de um procedimento de Justificação.
Gisele, de 32 anos, foi inicialmente considerada suicídio, mas a investigação se transformou em feminicídio após evidências que afastaram essa hipótese.
Diego Oliveira de Souza, policial rodoviário federal, assassinou a namorada Dayse Barbosa, comandante da Guarda Municipal de Vitória, com cinco tiros antes de tirar a própria vida.
O crime ocorreu na madrugada de segunda-feira (23) e indicou evidências de feminicídio, com investigações sendo conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher.
O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, decretou luto de três dias e ressaltou a importância do trabalho de Dayse na luta contra a violência de gênero.