O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi avaliado como o melhor desempenho no debate presidencial pelo Instituto Travessia, depois de um encontro promovido pelo Grupo Bandeirantes e Estadão.
Enquanto os eleitores de Lula permanecem fiéis, a maioria dos apoiadores de Flávio Bolsonaro mudou de preferência após o debate, muitos optando por Caiado e Renan Santos.
As ausências de Lula e Flávio no debate geraram críticas entre os eleitores, que discutiram a importância da participação obrigatória em eventos desse tipo.
O primeiro debate para o governo do Rio de Janeiro teve como alvo principal o ex-prefeito Eduardo Paes, que não compareceu, sendo mencionado 28 vezes por adversários.
Douglas Ruas, deputado estadual e um dos participantes, sofreu pressões por sua associação com Cláudio Castro e Rodrigo Bacellar, ambos sob investigação.
Outros candidatos, como Anthony Garotinho e William Siri, também criticaram Paes, levando a um intenso embate sobre a segurança e a gestão do estado.
O senador Sergio Moro, candidato ao governo do Paraná, anunciou que não participará do primeiro debate das eleições de 2026, afirmando que os debates se tornaram uma 'rinha de galo' sem discussão de propostas.
Moro declarou que se recusa a entrar em um 'jogo combinado' com outros candidatos, que, segundo ele, estão desesperados para atacá-lo devido à sua liderança nas pesquisas.
Com a desistência de Moro, o debate contará apenas com a presença de Requião Filho e Sandro Alex, enquanto Moro lidera as intenções de voto com 39%.
Lula anunciou que não participará dos debates do primeiro turno das eleições, citando o baixo nível dos candidatos como um fator determinante.
O presidente defendeu a importância de debates qualificados que realmente informem e politizem a população, evitando discussões vazias e ataques pessoais.
Ele enfatizou que nunca se negou a debater, mas não se prestará a dar visibilidade a candidatos que não buscam um comprometimento sério com as propostas.
Leandra Leal criticou a disseminação de fake news após declaração polêmica de Juliano Cazarré em programa de TV.
A atriz defendeu a checagem de fatos em tempo real durante debates, ressaltando a importância de dados precisos na mídia.
Leal questionou a afirmação de Cazarré sobre homicídios no Brasil, ressaltando que mulheres são as principais vítimas de violência letal em relações íntimas.
Juliano Cazarré participou de um debate ao vivo na GloboNews sobre masculinidade e igualdade de gênero, ao lado de Vera Iaconelli e Ismael dos Anjos.
Durante a conversa, o ator apresentou seu curso, “O Farol e a Forja”, e foi criticado por Iaconelli, que destacou a gravidade da violência de gênero.
O debate gerou discussões intensas sobre o papel dos homens na sociedade e a percepção de masculinidade, com Cazarré defendendo que muitos homens se sentem excluídos desse diálogo.