A NASA divulgou uma imagem de Marte feita pelo robô Curiosity em 2023, que viralizou por mostrar um objeto estranho.Associado por alguns a uma água-viva, o objeto reavivou teorias sobre a possibilidade de vida no planeta vermelho.
A imagem foi publicada por Kari Sivertzen, que é conhecida por compartilhar anomalias em fotografias da NASA, gerando curiosidade entre os internautas.
Uma das teorias sugere que o objeto poderia ser o helicóptero Ingenuity da NASA, embora essa ideia tenha sido contestada, pois o helicóptero estava a milhares de quilômetros de distância.
Uma imagem recente de Marte, capturada pelo robô Curiosity, viralizou ao mostrar um objeto com formato semelhante a uma água-viva.
Esse registro gerou intenso debate nas redes sociais, com teorias sobre vida extraterrestre e a possibilidade de o objeto ser um equipamento da Nasa.
A entusiasta espacial Kari Sivertzen contestou a hipótese de que o objeto seja o helicóptero Ingenuity, afirmando que os dois estão a milhares de quilômetros de distância.
O rover Curiosity da NASA registrou formações geométricas em Marte, semelhantes a favos de colmeia, em uma área maior do que qualquer outra já observada pela missão.
As imagens, capturadas entre 19 e 20 de junho, mostram estruturas de 4 a 8 centímetros cobrindo as laterais de uma elevação de 6 metros, levando cientistas a especularem sobre sua origem.
A descoberta é significativa pois indica que Marte já pode ter tido condições propícias para abrigar vida, apoiada por achados anteriores de enxofre e moléculas de carbono.
O rover Curiosity, da NASA, encontrou mais de 20 moléculas orgânicas em Marte, consideradas essenciais para a origem da vida.
A descoberta ocorreu na Cratera Gale, onde materiais ricos em argila preservaram essas moléculas por bilhões de anos.
Apesar das evidências de compostos orgânicos, ainda é necessário mais estudo para verificar se eles são sinais de vida passada ou resultantes de processos geológicos.
Um rover da NASA, o Curiosity, detectou uma nova mistura de moléculas orgânicas em Marte, potencialmente ligadas à origem da vida.
O estudo, publicado na revista 'Nature Communications', revela que tais moléculas podem ter sido preservadas por 3,5 bilhões de anos, mesmo em um ambiente hostil.
Apesar de não provar a existência de vida no planeta, a descoberta abre novas possibilidades para a astrobiologia e a busca por sinais de vida antiga em Marte.