A corretora Planner atuou como intermediária em um esquema irregular envolvendo o Banco Master e o Rioprevidência desde fevereiro de 2024.
A investigação da Polícia Federal revelou que o credenciamento foi realizado com base em um atestado fraudulento e que a primeira operação não possuía registros que justificassem sua necessidade.
As irregularidades sugerem a criação de mecanismos que serviam tanto para facilitar as transações quanto para aumentar as taxas de corretagem para os envolvidos no esquema.