A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Sem Refino, com foco na investigação de Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em imóvel do político em Petrópolis e em outros 15 locais do estado.
A operação investiga crimes relacionados a gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e manipulação de mercado na comercialização de combustíveis.
O adiamento das votações na Câmara dos Deputados ocorreu devido a problemas de saúde do líder do PT, Pedro Uczai.
Após desmaiar durante uma reunião, Uczai foi atendido e transferido para um hospital para exames complementares.
Uma das prioridades em discussão é o PLP dos Combustíveis, que visa a redução de impostos federais sobre combustíveis, com outros temas como isenção fiscal para minerais críticos também sendo considerados.
A Polícia Federal investiga o governo do ex-governador Cláudio Castro por suposto favorecimento ao conglomerado Refit, liderado por Ricardo Magro.
A operação, chamada de 'Sem Refino', incluiu busca e apreensão, bloqueio de R$ 52 bilhões e investigações sobre ocultação patrimonial e evasão de recursos.
Castro nega irregularidades, afirmando que sua gestão foi a única a garantir pagamentos de dívidas da Refit com o estado, que somam cerca de R$ 1 bilhão.
Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro, é alvo de operação da Polícia Federal que investiga fraudes no setor de combustíveis.
A operação, chamada Sem Refino, realiza mandados de busca e apreensão em sua residência e envolve outros 17 alvos, incluindo o empresário Ricardo Magro.
As suspeitas incluem ocultação patrimonial e evasão de recursos, resultando no bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros.
Beto Louco e Primo, foragidos da Interpol, foram localizados na Líbia e estão negociando uma delação premiada com o Ministério Público de São Paulo.
A dupla é investigada por liderar um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC, movimentando R$ 52 bilhões em postos de combustíveis entre 2020 e 2024.
As defesas dos empresários negam qualquer relação com o crime organizado e a negociação de delação inclui denúncias contra magistrados.
O presidente Lula afirma que o aumento dos preços dos combustíveis no Brasil é resultado da exploração por pessoas que tiram proveito da situação de crise.
Ele critica a influência de conflitos internacionais, mencionando que um conflito a 14 mil km de distância não deveria impactar os brasileiros.
Lula destaca as medidas do governo para conter os preços e faz um paralelo entre a situação atual e a exploração durante a pandemia de covid-19.