O Vaticano confirmou a excomunhão do padre brasileiro Françoá Rodrigues Figueiredo Costa, ligado à Fraternidade Sacerdotal São Pio X, após ordenações sem mandato pontifício.
A Arquidiocese de Brasília esclareceu que o sacerdote é considerado adherente ao movimento desde abril de 2025, tornando seus atos ministeriais ilícitos.
A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil orientou os fiéis a evitarem a Capela Santo Atanásio para não incorrerem no mesmo cisma.
O Vaticano declarou que padres e membros da Sociedade de São Pio X estão em cisma e excomungados por ordenarem quatro bispos sem aprovação do papa Leão XIV.
O decreto da Igreja alerta que os sacramentos celebrados pelo grupo são ilícitos e que clérigos e fiéis leigos envolvidos também incorrerão na excomunhão.
A Sociedade de São Pio X rejeita ensinamentos do Concílio Vaticano II e afirma que precisa ordenar novos bispos para garantir sua continuidade.
A Fraternidade Sacerdotal São Pio X, fundada por Dom Marcel Lefebvre, volta a se separar de Roma, consagrando bispos sem autorização pontifícia.
Apesar de tentativas anteriores de reconciliação dos Papas Paulo VI, João Paulo II, Bento XVI e Francisco, a Fraternidade decidiu seguir adiante com consagrações ilícitas.
A Nota Explicativa do Dicastério para a Doutrina da Fé alerta que os sacramentos administrados por sacerdotes da Fraternidade são considerados inválidos.
Cerimônia de consagração episcopal de quatro novos bispos da Fraternidade São Pio X realizada em Écône foi considerada cismática pela Igreja Católica.
O Dicastério para a Doutrina da Fé decretou excomunhão automática dos bispos envolvidos por realizar a consagração sem mandato pontifício.
A nota explicativa detalha as implicações canônicas e a situação de cisma em que se encontram tanto ministros sagrados quanto fiéis leigos da Fraternidade.
O Papa Leão XIV ameaçou de excomunhão a Fraternidade São Pio X caso a ordem prossiga com a consagração de novos bispos sem autorização.
O Vaticano considera que tal ato configuraria um cisma, rompendo a comunhão com a Igreja.
A Fraternidade, que rejeita as reformas do Concílio Vaticano II, afirma precisar de mais líderes religiosos, mesmo assim promove uma ruptura com a autoridade papal.