A Polícia Federal investiga um contrato de R$ 14,2 milhões entre uma empresa ligada a Ricardo Magro e Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis Ltda, confirmando que R$ 10,8 milhões já foram pagos.
O negócio, relacionado à compra de 40 hectares em Teresina, é suspeito de ocultar vantagens indevidas e está ligado à Operação Sem Refino, que investiga fraudes no grupo Refit.
Ciro Nogueira nega irregularidades, mas documentos revelam que ele ainda mantinha usufruto sobre quotas da empresa, levantando questões sobre sua participação ativa.
Flávio Bolsonaro defende Ciro Nogueira, que está sob investigação no STF por suposto envolvimento com Daniel Vorcaro, ressaltando a importância do direito de defesa.
O senador comparou a condução do processo de Nogueira pela ministra André Mendonça à relatoria de Alexandre de Moraes, apontando diferenças no tratamento dos casos.
Flávio se reuniu com o presidente do STF, Edson Fachin, para se apresentar formalmente e conversar sobre suas perspectivas para o país.
O senador Ciro Nogueira anunciou que reapresentará uma emenda para aumentar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão.
A declaração ocorreu após sua equipe de defesa ser trocada e durante uma investigação da Polícia Federal relacionada ao Banco Master.
Nogueira defendeu a emenda como uma forma de proteger correntistas e pequenas empresas, criticando a falta de correção no valor da cobertura ao longo de 13 anos.
O senador Ciro Nogueira anunciou a reapresentação da 'Emenda Master', que eleva o valor de investimentos cobertos pelo FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão.
Investigações da PF indicam que a emenda foi redigida pela assessoria do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, alvo de suspeitas de propina para favorecer seus interesses no Congresso.
Ciro nega irregularidades, chamando as investigações de perseguição política, e observa que a situação atual é semelhante a investigações anteriores, que não resultaram em provas contra ele.
A Polícia Federal (PF) investiga Raimundo Neto Nogueira, irmão de Ciro Nogueira, por sua participação em empresas ligadas ao senador e contratos no governo do Piauí.
Ele é acusado de receber R$ 67,5 milhões da prefeitura de Teresina, envolvendo contratos com aliados de Ciro.
Ciro Nogueira nega as acusações, alegando que se trata de uma perseguição política.
A Polícia Federal investiga a compra de um triplex de luxo por Ciro Nogueira, avaliado em R$ 22 milhões, que ocorreu no contexto de apurações sobre repasses do banqueiro Daniel Vorcaro.
A negociação do imóvel, realizada 26 dias antes de uma emenda ao FGC apresentada pelo senador, despertou suspeitas de favorecimento ao Banco Master e práticas de corrupção.
Ciro Nogueira, que nega irregularidades, afirmou que a compra foi feita com recursos próprios e que está ligado a empresas que receberam pagamentos suspeitos.